segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Escola Atomista

Anaxágoras de Clazômene, defendeu que tudo era dividido em partículas invísiveis a olho nu, e que essas partículas estavam presentes em tudo, se mostrando de uma forma ou outra, segundo a predominância de uma outra. Tudo está em tudo.
Embora possa ser considerado herdeiro intelectual dos filósofos milesianos, Anaxágoras pensava de forma radicalmente diferente em relação à estrutura do universo. Postulava que, ao invés de elemento primordial unitário (arkhé), várias substâncias diferentes compunham a totalidade do espaço existente. Cada elemento constituinte seria, portanto, fundamental em si mesmo e a matéria constituída pela combinação desses elementos era infinitamente indivisível. A estes elementos ele denominou homerias, ou sementes invisíveis, que se diferiam entre si nas qualidades. Tudo resultaria das combinações das diferentes homerias..
Embora fosse da mesma região (Jônia = Ásia Menor), Anaxágoras, pertence também a um outro grupo de filósofos, os atomistas.

Demócrito de Abdera, concordava que as coisas eram compostas de minúsculas partículas indivisíveis, as quais denominou átomos (do grego, que não pode mais ser dividido) , os quais eram eternos e de diversas naturezas e podiam se combinar de infinitas formas, dando, assim, origem às mais diversas espécies de coisas.
No universo  somnte existiram átomos e vácuo (que representaria a ausência de ser).  Todas as qualidades  das coisas como cor, cheiro, peso, som, beleza, vida e outras, nada mais são do que movimento e modos de ser diferentes dos agregados de átomos que formam a respectiva coisa. Para ele o acaso ou a necessidade promovem a aglomeração de certos átomos e a repulsão de outros. A cidade-estado de Abdera, localizava-se em região, próxima a Jônia, mas não na Ásia Menor.

Nenhum comentário:

Postar um comentário